A adequada operação e manutenção são fundamentais para o funcionamento de sistemas de tratamento. A ocorrência de desempenhos insatisfatórios desses sistemas tem sido atribuída com frequência, à deficiência na operação e manutenção.
CEO | Fundador
Engenheiro civil (UERJ – 1984), com atuação específica nos setores de saneamento e de desenvolvimento científico e tecnológico. Pós-doutorado no Departamento de Gerenciamento de Águas Urbanas da Universidade Técnica de Berlim e doutorado em engenharia do tratamento de águas pelo Institut National de Sciences Appliquées de Toulouse (França – 1993). Professor titular do Departamento de Engenharia Ambiental e do Programa de Mestrado em Engenharia Ambiental da Universidade Federal do Espírito Santo. Coordenador do Núcleo Água da UFES. Sócio proprietário da empresa Fluxo Ambiental. Integrante da Comissão de Estudo de Conservação de Água em Edificações (ABNT/CB-002).
A Fluxo Ambiental tem ampla experiência na operação de sistemas de tratamento de esgoto doméstico e industrial, garantindo eficiência em estações compactas que combinam diferentes processos, como anaeróbio-anaeróbio, anaeróbio-aeróbio e aeróbio-aeróbio. Nossa expertise operacional abrange sistemas como RAC+FAN, UASB+FBAS, RAC+FBAS e MBBR, assegurando o desempenho ideal de cada tecnologia e a conformidade com os padrões ambientais.
A frequência ideal para a operação de uma ETE depende do tipo de sistema e das necessidades específicas de cada instalação. De forma geral, são realizadas rotinas diárias, semanais e mensais.
A operação deve ser conduzida por profissionais capacitados, como operadores de ETE e técnicos ambientais, devidamente treinados e qualificados para garantir a eficiência do processo.
Qualquer sistema de tratamento de esgoto inevitavelmente produz resíduos, que devem ser descartados de forma adequada. Os resíduos sólidos, como aqueles capturados por grades e peneiras, devem ser enviados a aterros sanitários. O lodo biológico gerado no processo pode ser desidratado e descartado como resíduo sólido ou reaproveitado.
A operação de uma ETE pode resultar em odores desagradáveis, especialmente em sistemas anaeróbios. Para mitigar esse problema, é essencial realizar manutenções regulares, evitando o acúmulo de matéria orgânica em decomposição, e executar a manutenção preventiva dos filtros ou queimadores de biogás, garantindo sua eficiência.
Uma ETE pode demandar o uso de produtos químicos para garantir a eficiência do processo de tratamento. Entre os mais comuns estão coagulantes, utilizados na remoção de fósforo e sólidos suspensos; desinfetantes, para controle de microrganismos patogênicos; corretores de pH; e antiespumantes.
Não é necessário adicionar enzimas ao sistema, pois as bactérias presentes no esgoto se multiplicam naturalmente com o fornecimento contínuo de matéria orgânica. Durante o início da operação de um sistema (start-up), é comum inocular lodo de esgoto para acelerar a formação da biomassa e atingir rapidamente a eficiência desejada, mas essa etapa também não é obrigatória.
Para comprovar a eficiência da operação de uma ETE, é essencial realizar análises laboratoriais regularmente que comparem os parâmetros do efluente bruto e tratado, como DBO, DQO, SST, fósforo e nitrogênio, com os limites estabelecidos pela legislação ambiental.
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